Geração Z prefere consórcio ao financiamento: disciplina e planejamento para conquistar bens
Em uma reportagem publicada no E-Investidor do Estadão, foi destacado que jovens da geração Z (18 a 29 anos) estão cada vez mais adeptos ao consórcio como alternativa para realizar seus objetivos – seja comprar um carro, um imóvel ou contratar serviços. O dado acompanha a pesquisa da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), que apontou um crescimento de 8,9% na participação dos jovens nessa modalidade entre 2023 e 2024.
Esse movimento não acontece por acaso. Em um cenário de juros elevados e crédito mais restrito, o consórcio aparece como uma solução inteligente para evitar o endividamento e, ao mesmo tempo, construir patrimônio com planejamento.
Por que os jovens estão escolhendo o consórcio?
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Consciência financeira – Diferente das gerações anteriores, a geração Z cresceu em um contexto de incertezas econômicas e percebeu cedo a importância de evitar dívidas caras. O consórcio, por não ter juros, torna-se uma alternativa natural.
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Disciplina mensal – Muitos jovens enxergam o consórcio como uma forma de “poupança programada”, já que as parcelas obrigatórias criam um compromisso que ajuda a manter o foco no objetivo.
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Flexibilidade e planejamento – Como não há pressa imediata para conquistar o bem, o consórcio se encaixa no estilo de vida de quem prefere pensar no médio e longo prazo, sem comprometer todo o orçamento.
Consórcio x financiamento: a diferença que pesa no bolso
Enquanto o financiamento tradicional entrega o bem de imediato, ele carrega juros elevados, ainda mais em um cenário de Selic alta. O consórcio, por outro lado, funciona como uma compra coletiva e programada, em que os participantes contribuem mensalmente até serem contemplados por sorteio ou lance.
Isso significa que o custo total da aquisição pode ser menor e mais previsível do que o de um financiamento. Ao mesmo tempo, exige paciência, já que o prazo de contemplação pode variar.
A visão da Evoy
Na Evoy, acompanhamos de perto histórias de jovens que encontraram no consórcio não apenas uma forma de adquirir bens, mas também de transformar sua relação com o dinheiro. O que antes poderia parecer distante — comprar um carro, conquistar a casa própria ou investir em um serviço de valor — passa a ser possível com planejamento e disciplina.
Mais do que um produto financeiro, o consórcio se torna uma ferramenta de educação financeira, capaz de ensinar que grandes conquistas são resultado de organização, estratégia e constância.
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